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Megan Fox conta sua experiência com o filme ‘As Tartarugas Ninjas’
Publicado no dia 11.08.2014 por arquivado nas categorias: Entrevistas , Megan Fox , Tartarugas Ninja

Leiam abaixo a matéria feita pela redação do Jornal de Brasília onde Megan Fox que interpreta a repórter April O’Neil fala sobre seu novo trabalho em ‘As Tartarugas Ninja’:

Você era fã das Tartarugas Ninja antes de se envolver nesse projeto?

“Eu me tornei fã ainda pequena, quando assisti ao filme de 1991, As Tartarugas Ninja II – O Segredo do Ooze (Teenage Mutant Ninja Turtles II: The Secret of the Ooze), que teve a participação do Vanilla Ice. Desde então, eu sempre adorei as tartarugas e todos os filmes da série.”

Como foi que você teve a chance de participar dessa nova abordagem da aventura?

“Eu sabia que eles estavam planejando fazer um novo tipo de filme de ação sobre as tartarugas porque já se falava nisso há anos. O projeto acabou indo para a Platinum Dunes, produtora de Michael Bay, e eu tive sorte de encontrar as portas abertas para uma reunião. Eu realmente queria fazer parte desse projeto, então, lutei muito por isso”.

Como foi a sensação de participar de As Tartarugas Ninja (Teenage Mutant Ninja Turtles)?

“Na verdade, acho que nunca fiquei tão empolgada ao participar de algo, exatamente pelo que isso representava: me trazer de volta à infância”.

Das quarto Tartarugas Ninja, qual era a sua favorita quando você era pequena?

“Michelangelo! Quando você é uma garotinha, pode ter uma queda por personagens de desenhos animados, por mais ridículo que isso possa parecer. Mikey também era meu favorito porque ele trazia um certo humor ao grupo e era aquele que nunca levava nada muito a sério. Hoje vejo que sua personalidade, de certa forma, ecoa a do meu pai, por isso talvez eu tenha gostado dele”.

No filme, você interpreta a jornalista April O’Neil. Que tipo de mulher é ela?

“Logo que você a conhece, ela parece uma dessas entrevistadoras que você vê no tapete vermelho, fazendo matérias fúteis. Mas ela deseja ser levada a sério. Então, você percebe que ela está insatisfeita tentando encontrar uma história de verdade para alcançar o sucesso”.

Como ela consegue esse sucesso?

“Sua vida muda quando ela se depara com as tartarugas e o Foot Clan. Ela é profundamente tragada por essa história”.

Qual é a extensão de seu envolvimento com as As Tartarugas Ninja?

“Ela se envolve muito a ponto de ter que perguntar a si mesma até onde quer contar a história e se tornar uma heroína como jornalista. Ou se deve proteger e se manter fiel a essa nova família à qual passou a pertencer”.

Você acha que daria uma boa repórter na vida real?

“Acho que eu não teria êxito nesse setor porque nunca ia querer cobrir coisas frívolas como notícias de celebridades. Mas, ao mesmo tempo, minha psique é muito sensível e eu me sinto meio oprimida pelo que realmente está se passando no mundo. Por isso, nenhum dos segmentos é bom pra mim”.

Você já trabalhou com Michael Bay nos dois primeiros filmes dos Transformers – Transformers e Transformers: A Vingança dos Derrotados (Transformers: Revenge of the Fallen) – e outros filmes de efeitos especiais. Qual foi a diferença com As Tarugas Ninja?

“Nesse filme, houve um número menor de grandes explosões e proezas do que em Transformers e Transformers: A Vigança dos Derrotados. A forma como eu contracenei com as tartarugas também foi diferente de como interagi com os robôs gigantes”.

Como foi a experiência desse novo tipo de interação para você?

“Em vez de robôs gigantes que nunca estiveram realmente presentes, em As Tartarugas Ninja, eu interagi com atores interpretando as tartarugas com tecnologia de motion capture. E, também, o fato de ter um dilálogo com alguém que está fisicamente à sua frente, que tem suas próprias falas. Isso muda tudo e simplesmente facilita o trabalho”.

Que diferenças você acha que vamos ver em As Tartarugas Ninja na tela grande, comparadas àquelas que você assistia, quando pequena?

“Sinto que elas são bem semelhantes. Talvez, não sejam tão simples como as do desenho, mas são bem fiéis aos quadrinhos e aos filmes originais. As pessoas querem ver as tartarugas da sua memória, e as nossas são igualmente divertidas, engraçadas e ridículas. Acho que os fãs ficarão muito felizes”.

Tem muitas cenas cômicas nesse filme?

“Ah, sim, tem muita daquela provocação camarada e comédia típica das tartarugas. É bom para as crianças e nunca fica sinistro demais”.

E como foi a exigência física desse papel, para você?

“Participei de um bocado de cenas de ação. Tem uma cena enorme e coreografada com Will Arnett lutando com o Foot Clan, da qual só ficamos sabendo uma hora antes de estarmos diante das câmeras. Aquela cena foi maluca e caótica e fez com que nos sentíssemos os poderosos. Foi muito empolgante!”

Como é o Jonathan Liebesman como diretor?

“O que eu adoro no Jonathan é que, acima de tudo, ele quer fazer um bom filme e está sempre disposto a ouvir as opiniões dos outros. Então, nós realmente formamos uma equipe. E eu também adoro seu senso de humor debochando de si mesmo!”

A Whoopi Goldberg interpreta o papel de sua chefe. O que pode dizer sobre ela?

“Eu a amo muito! Ela é incrível, tem um ótimo astral e é um ser humano muito especial. Whoopi é uma daquelas pessoas que faz você se abrir como atriz e faz com que você se sinta ótima em cena. Sinto que pude me sair bem melhor com ela ao meu lado”.

E o Will Arnett é o câmera inseparável de April.

“Fiquei muito animada por ele entrar no projeto porque sou uma grande fã de Arrested Development. Ele também tem momentos muito engraçados no filme e foi muito legal ter alguém por perto que também tem filho e, nesse sentido, tem as mesmas prioridades que eu agora tenho”.

Você já teve uma tartaruga de estimação?

“Nunca tive uma em casa mas, quando vou ao Havaí, tem uma tartaruga marinha que eu sempre visito, seu nome é Franklin. Eu sei que é ele, porque ele tem um olho esquerdo caído”.

Por que você acha que essas Tartarugas Ninja são tão amadas no mundo inteiro?

“Minha teoria é que cada uma delas é baseada em nossos temperamentos e, dessa forma, nós podemos nos identificar com uma delas. Não sei se essa fórmula foi intencional ou sem querer, mas é perfeita para atrair o público. Claro que o Michelangelo é com quem eu mais me identifico, embora o Leonardo possa ser ligeiramente melancólico e eu também tenha um pouquinho disso na minha personalidade. Mas ele representa aquela parte de mim que eu não quero analisar, enquanto Mikey está em primeiro plano”.

E eles são divertidos!

“Sim, o que ajuda a liberar aquela criança interior que todos temos, mesmo quando tentamos reprimi-la. E assim, quando assiste às tartarugas, você volta a ser criança sem ter que dar desculpas”.

Você já admitiu que, às vezes, sente medo do escuro, mas gravou muitas cenas em túneis escuros para esse filme. Como foi isso?

“É verdade que eu às vezes tenho medo do escuro, mas só se estiver em casa, totalmente sozinha. Numa filmagem, você nunca está, então, fiquei bem”!

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