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Megan Fox estampa edição da revista Cosmopolitan
Publicado no dia 02.11.2017 por arquivado nas categorias: Entrevistas , Família , Photoshoots , Revistas

Megan Fox está na edição de dezembro da revista Cosmopolitan do Reino Unido. Leia abaixo a matéria completa e traduzida pelo Portal Megan Fox e confira também as scans e a sessão de foto realizada pelo fotografo James Macari:

Intelectual, espiritual… honesta ao ponto de imprudência? Há muito a dizer sobre Megan Fox. Nossa opinião? Provavelmente melhor deixá-la dizer isso. É o momento para conhecer a atriz que desafiou Hollywood.

Você não aparece para entrevistar Megan Fox esperando conversar sobre arqueologia. Ou neurologia para esse assunto. Não importa a egiptologia. Mas aqui estamos, em uma conversa profunda sobre Tutankhamen (faraó também conhecido pela grafia como Tutancâmon), em um sofá de um estúdio fotográfico em Hollywood. É apto, sem quebrar muito o clichê da revista, há algo da Nefertiti sobre a própria Megan. Há a boca generosa, perpetuamente apertada, os olhos sedutores, ligeiramente estilizados e o nariz, tão perfeito em sua arquitetura que deve estar em uma caixa de vidro em Gizé.

Fox sempre foi objeto de intensa atenção pelos paparazzi (e os homens) durante todo o tempo que posso me lembrar. Seu rosto e seu corpo cobriam as páginas de revistas masculinas, tabloides e, presumivelmente, as paredes de adolescentes desde que ela, uma atriz quase desconhecida de 21 anos, fez “Transformers” em 2007. Sua beleza e sexualidade atingiram todos com a velocidade de uma jovem Angelina Jolie. Literalmente durante a noite, ela se tornou uma das mulheres mais pesquisadas pelo Google no planeta. O Los Angeles Times, sempre propenso ao exagero, a chamou de “o primeiro símbolo sexual do século XXI”. Megan Fox tornou-se a Marilyn Monroe de nossa geração – uma bomba que parecia excelente em biquínis e shorts jeans, mas cujo talento e intelecto ardente poucos se preocupavam em investigar. Ela tem uma enorme popularidade nas mídias sociais (no total tem quase 55 milhões de seguidores no Twitter, Facebook e Instagram). “E eu só publico algo a cada três meses”, ela ri). Este é o poder de sua “marca”.

É com isso que ela tenta conciliar. Em suas próprias palavras: “Entendo que eu sou um produto, mas não tenho que gostar disso. A verdade é que sou muito reservada”. Megan, que cresceu no Tennessee com pais religiosos e rigorosos, não era a típica “criança bonita”, todo filme de John Hughes nos fez acreditar que todos os filhos dos EUA viviam (em carros Cadillac, tinham mães de cultura pop e faziam parte do time de futebol da escola). Em vez disso, seus pais se divorciaram e na escola ela ficou isolada dos convívios sociais.

“Eu não era popular”, ela conta. “Todos achavam que eu era muito estranha, excêntrica, e as pessoas tinham medo porque minha personalidade não correspondia à minha aparência”. Consequentemente, ela foi atraída para dentro de si mesma, ela explica – para livros, reencarnação, carma… você já começa a ter uma ideia. Havia, ela diz, sempre um “sentimento de que não pertencia a nada – mesmo para este mundo”.

“Sinto, que para mim, a fama foi exacerbada. Acho que foi uma lição que eu tive que aprender. Eu sou uma daquelas pessoas que pensa, se os extraterrestres são reais, quando eles voltarem para a Terra eu serei um dos humanos que eles entrarão em contato. Sou eu, eu sei que vai ser eu! Eu sempre tive essa sensação”, diz ela.

O que pode explicar em parte por que ela nunca sentiu a necessidade de censurar a si mesma. Anteriormente, ela se vangloriou abertamente de sua bissexualidade, libido hiperativo e, em 2008, disse em uma entrevista “Foda-se a Disney” em defesa de Miley Cyrus e Vanessa Hudgens. (Na época, as estrelas da Disney emitiram desculpas públicas depois que Miley posou seminua para uma revista e as fotografias pessoais de Vanessa foram vazadas).

Uma bomba com bolas? Absolutamente. Uma bomba que sabe como jogar o jogo de Hollywood? Não exatamente. Em 2009, pouco depois do lançamento do segundo filme “Transformers”, ela falou sobre o diretor do filme, Michael Bay: “Ele quer criar essa reputação louca e infame. Ele quer ser como Hitler em seus sets, e ele é.” Ela foi demitida da franquia imediatamente. Quantos papéis futuros e cheques de pagamento isso lhe custou, você não pode imaginar.

A diferença entre Megan e seus colegas de Hollywood é que ela fala francamente sobre esse momento crucial em sua vida. Honestamente? É refrescante. “Esse foi o ponto mais baixo da minha carreira”, admite Megan. “Mas sem essa coisa”, ela diz, com um nó na garganta, “não teria aprendido tão rápido quanto aprendi. Tudo o que eu tinha que fazer era pedir desculpas, e recusei. Eu era muito auto centrada aos 23 anos, não podia ver que era por um bem maior. Eu realmente achava que era a Joana D’Arc.” Claro, para executivos e a mídia, ela era apenas uma estrela intitulada ingrata sem uma causa.

“Sim, me machucou e muitas outras pessoas”, ela suspira. “No entanto, aquela escuridão que desceu em mim causou um enorme e vigoroso crescimento espiritual. Uma vez que eu percebi que tinha trazido isso para mim, era uma experiência de aprendizado inestimável, sinto isso olhando para o passado.”

Logo depois disso, ela enfrentou e buscou papéis mais quentes e mais calmos com os filmes “Friends With Kids” (Solteiros com Filhos), “This Is 40” (Bem-vindo Aos 40) e “Teenage Mutant Ninja Turtles” (As Tartarugas Ninja). Então, em 2016, ela se juntou à série de televisão “New Girl” como Reagan, substituindo Zooey Deschanel enquanto a atriz estava na licença maternidade.

Megan também esteve ocupada concentrando-se em sua família durante o que são, eventualmente, os anos mais maduros para qualquer atriz. Ela e o marido, Brian Austin Green, são pais de Noah, cinco anos de idade, Bodhi, três e Jorney de apenas um ano. Ela também é madrasta do filho de Brian, Kassius, de 15 anos.

E lá estávamos nós a pensar que estávamos ocupados. “Mas essa sou eu, nunca colocaria o trabalho acima da vida”, explica Megan. “Eu sou a atriz menos ambiciosa! Eu escolho filmes que serão divertidos de fazer. Eu não estou aqui para sofrer pela arte de fazer filmes ou “sangrar pelo ofício”. E não serei uma atriz para sempre. Eu sei que tenho outro chamado.”

Ter uma família era uma delas. “Eu simplesmente não queria trabalhar por um longo tempo”, diz ela. “Porque eu tenho três filhos. Eu sempre estou com eles. Essa é a natureza das crianças, eles devem levar de você. Mas quando você tem tantos – por vezes, eu posso me sentir sem vida e sombria. Quando você está mentalmente exausta, você não se sente bonita, sexy ou jovem”.

Ainda assim, cinco meses depois de dar à luz ao Journey, ela estava de volta à frente das câmeras, seminua. Aconteceu um bom momento: “Eu estava começando a me sentir novamente como uma mulher”, diz ela. Uma recente renovação da marca Frederick’s Of Hollywood (uma rede de lojas de lingerie nos EUA) pediu que ela fizesse uma campanha publicitária, tendo um importante incentivo.

“Eles perguntaram: ‘Você estaria interessada se lhe oferecêssemos alguma participação?’ E isso realmente me atraiu, para ser co-proprietária da empresa. Essas atrizes que se tornam pessoas de negócios, tomam a decisão mais inteligente em suas vidas. Porque neste trabalho, você sempre terá uma data de validade fixada em você.”

Ainda assim, mesmo as mais famosas mães de Hollywood não recuperam a forma rapidamente. “Eu pratiquei esportes como se fosse uma criança”, diz Megan. Ela era, de fato, uma nadadora competitiva a partir dos cinco anos de idade. “O corpo tem memória muscular. Ele voltará para seu estado original.” Começando lentamente, ela caminhou duas milhas. Então cinco. Agora está trabalhando com um treinador israelense resistente, todas as semanas. “Se eu não sentir vontade de vomitar enquanto estamos fazendo isso, é porque fiz algo errado”.

“A insegurança no corpo é grande quando você é uma atriz. Como todos as outras, tenho dias bons, e tenho semanas ruins. Eu posso me sentir muito deselegante. Por sorte, meu marido muito sexy não parece se importar”, diz ela.

Aos 31 anos, Megan esteve no mesmo relacionamento há quase metade de sua vida. Ela conheceu o ex-Beverly Hills, o ator de “Beverly Hills 90210” (Barrados no Baile) Brian, na série “Hope & Faith” quando tinha 18 anos, e se casaram quando tinha 24 anos, apesar de ter pedido o divórcio há dois anos, eles se recuperaram pouco depois. Ela anunciou sua terceira gravidez com Brian após alguns meses.

“Se você quer que o seu relacionamento dure, você só tem que resolver isso. Eu sei que o meu carma com ele não está completo. E assim estaremos juntos até que o universo nos liberte. Não temos o controle total disso. E ele é um pedaço.”

Quando se trata de sexo e sua identidade, Megan é, como em tudo, franca, ousada e complexa. Por exemplo, ela ainda está feliz em tocar a Vixen (uma super-heroína da DC Comics) na tela, só que agora tem que ser feminista.

“Eu não tenho vergonha de poses sensuais ou partes íntimas do corpo. As mulheres não devem sair do seu caminho para serem perigosas. Ser feminina é uma coisa muito sexy.” Ela ri, “E comigo, o que há para se mostrar? É apenas um fato biológico: o sexo é vendido. Mas eu queria que tivesse igualdade de gênero. Estou feliz em comprar algo sexy também. Eu gosto de um grande salsicha! Coloque-a na capa de uma revista e vou comprá-la. Não é errado, isso só precisa funcionar nos dois sentidos. As mulheres não deveriam ter que carregar esse fardo. E acho que carregamos até agora”.

Ela acredita que o cenário está começando a melhorar, com produtores mais femininos, diretores e atrizes criando projetos como “Big Little Lies” (minissérie que foi produzida por nomes como Reese Witherspoon e Nicole Kidman).

“Eu vejo isso mudando para melhor. Embora, na minha própria experiência, nem tanto. Eu ainda recebo várias ofertas para interpretar “strippers” e “acompanhantes engraçadas” por caras neste negócio. Mas não quero me envolver com algo realmente degradante. Ou que incentive os ideais sexuais negativas sobre as mulheres. Atitudes masculinas da velha-escola para mulheres é ainda vista em todos os anúncios. Quando meus filhos crescerem, tomara que essa atitude se desfaça.”

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